
O dilema do CIO no setor de seguros: como inovar quando 80% do orçamento é destinado à manutenção da operação
setembro 3, 2026Sua área de Compras é um centro de custos ou um motor de valor?
Tradicionalmente, o sucesso de uma área de compras era medido por uma única métrica simples: a economia de custos (cost savings). Se você conseguisse reduzir o preço por unidade ou negociar um prazo de pagamento mais longo, o trabalho estava feito.
No entanto, o contexto atual deixou claro que comprar barato não adianta nada se o insumo chega atrasado, a qualidade falha ou o fornecedor quebra no meio do projeto.
Hoje, os líderes de compras mais influentes não são aqueles que mais pressionam nas negociações, mas aqueles que transformam seu ecossistema de fornecedores em uma vantagem competitiva.

Da fiscalização à colaboração estratégica
Quando o relacionamento com um fornecedor é meramente transacional, a interação se limita a enviar ordens de compra, cobrar faturas em atraso e apagar incêndios quando algo dá errado. Essa dinâmica gera atrito, desconfiança e uma enorme carga administrativa que consome o tempo das equipes.
Por outro lado, quando você transforma esse relacionamento em uma parceria colaborativa, três coisas fundamentais acontecem:
- Inovação aberta: Os fornecedores conhecem seu setor melhor do que ninguém. Se você oferecer espaço e canais fluidos de interação, são eles que propõem melhorias em materiais, eficiências na logística ou alternativas mais sustentáveis.
- Prioridade em momentos de escassez: Diante de uma ruptura global de estoque ou de uma crise imprevista, os fornecedores sempre priorizarão os clientes com os quais é fácil, transparente e eficiente trabalhar.
- Resiliência e mitigação de riscos: A visibilidade compartilhada permite identificar riscos de compliance, sustentabilidade ou solvência financeira muito antes que se transformem em um problema operacional.
O verdadeiro gargalo: a burocracia operacional
Para alcançar essa visão estratégica, as equipes de compras enfrentam um grande obstáculo: o tempo. É impossível pensar no desenvolvimento de fornecedores ou na análise de riscos se 70% do dia é gasto respondendo e-mails sobre status de pagamento, revisando manualmente certificados vencidos ou correndo atrás de dados desatualizados.
Elevar o papel de compras exige liberar a equipe do trabalho administrativo operacional. E é aqui que a tecnologia deixa de ser um repositório de dados e passa a ser uma facilitadora de relacionamentos.
Tecnologia com propósito: o papel do Deyel Vendor Management
Para dar esse salto de maturidade, não é necessário adicionar mais burocracia nem implementar sistemas complexos que ninguém quer usar. O que é necessário é centralizar, dar transparência e automatizar a interação diária.
É sob essa abordagem que surge o Deyel Vendor Management, uma solução desenvolvida não apenas para controlar, mas também para facilitar a rotina tanto da equipe interna de compras quanto do fornecedor.

Por meio de um portal intuitivo e colaborativo, o Deyel Vendor Management permite:
- Eliminar o atrito desde o primeiro dia: Um processo de onboarding digital e guiado, no qual o fornecedor autogerencia sua documentação e seus dados sem a necessidade de intermediação constante por e-mail.
- Transparência em tempo real: Os fornecedores podem consultar o status de suas faturas e as datas de pagamento de forma autônoma, reduzindo drasticamente as ligações e interrupções operacionais.
- Avaliação objetiva de desempenho (KPIs): Passe das percepções subjetivas para dados reais sobre entregas no prazo, qualidade e conformidade regulatória, permitindo conversas de desenvolvimento baseadas em fatos.
- Gestão proativa de riscos: Alertas automáticos para manter a documentação fiscal e legal sempre em dia, protegendo a organização sem sobrecarregar a equipe.
Compras como parceiro estratégico do negócio
O futuro da gestão de fornecedores não consiste em digitalizar o caos atual, mas em construir um ecossistema ágil, transparente e seguro.
Ao automatizar a operação diária com ferramentas como o Deyel Vendor Management, os compradores deixam de ser administradores de processos para se tornarem verdadeiros analistas estratégicos: profissionais focados em capturar valor, mitigar riscos e construir relacionamentos comerciais sólidos que impulsionem o crescimento de toda a empresa.
