
IA e Low-Code: O fim do código repetitivo no backend empresarial
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setembro 3, 2026O dilema do CIO no setor de seguros: como inovar quando 80% do orçamento é destinado à manutenção da operação
Para as áreas de tecnologia no setor de seguros, o principal compromisso sempre foi com a estabilidade. Os sistemas centrais, as plataformas transacionais e os bancos de dados de apólices representam o núcleo operacional da companhia. São arquiteturas projetadas para processar grandes volumes de dados com alta precisão e atender a normas regulatórias rigorosas, mas não para se adaptar a mudanças semanais nem para iterar experiências digitais em tempo real.
Essa realidade coloca os diretores de tecnologia e arquitetura em uma posição complexa. Por um lado, a alta liderança e as áreas comerciais exigem integrações rápidas, portais de autoatendimento e a adoção de ferramentas baseadas em inteligência artificial. Por outro, a infraestrutura técnica exige cautela, manutenção constante e uma gestão rigorosa do risco operacional.
O resultado é um desequilíbrio recorrente: a maior parte do tempo e do orçamento de TI é consumida para manter a estabilidade do que já existe, deixando uma margem mínima para o desenvolvimento de novas capacidades.

O custo real dos atalhos e o problema da substituição em larga escala
Diante da urgência de responder às demandas do negócio, o setor testou diferentes caminhos, a maioria com resultados ambíguos:
- A estratégia de substituição total (Big Bang): Durante anos, considerou-se que a solução definitiva seria migrar todo o ambiente para um core de seguros mais moderno. A prática demonstrou que esses projetos envolvem prazos extenuantes, custos que se multiplicam e um nível de risco operacional que poucas organizações conseguem assumir.
- O desenvolvimento sob medida sem uma estrutura unificada: Tentar responder ponto a ponto com desenvolvimentos independentes costuma resultar em uma arquitetura fragmentada. A proliferação de conectores ad hoc, a lógica de negócio dispersa e a falta de padrões acabam gerando uma dívida técnica que torna os desenvolvimentos futuros ainda mais lentos.
- O uso de IA sem governança (Vibe Coding): A adoção de assistentes de código genéricos sem um ambiente controlado gera fragmentos de software difíceis de auditar, sem documentação padronizada e fora dos esquemas de segurança corporativos.
"Diversos relatórios de empresas de análise de tecnologia indicam que mais de 70% do orçamento de TI em instituições financeiras e seguradoras tradicionais é destinado exclusivamente à operação e à manutenção de sistemas legados, limitando a capacidade de resposta diante de novos concorrentes digitais".
Análise de arquitetura: onde construir a inovação?
Para manter a estabilidade sem frear o avanço digital, as equipes de arquitetura e TI estão evoluindo de modelos monolíticos para estruturas desacopladas
Um ambiente de desenvolvimento ágil e controlado para sistemas legados
A alternativa sustentável para as seguradoras não consiste em substituir o que funciona nem em responder com soluções improvisadas, mas em adotar uma plataforma de desenvolvimento de aplicações que funcione como um ambiente de aceleração controlado.
Nessa abordagem, o core de seguros, os ERPs e os bancos de dados transacionais permanecem como a fonte única da verdade. Acima deles, novas aplicações, portais de autoatendimento e fluxos de trabalho são construídos de forma independente sobre uma arquitetura preparada para uma evolução rápida.
É nesse modelo que se posiciona a Deyel, oferecendo uma plataforma de desenvolvimento Low-Code Enterprise projetada para ambientes de alta exigência. A solução permite conectar diferentes sistemas (AS/400, mainframes, SAP, Oracle ou cores proprietários) e construir aplicações de missão crítica, reduzindo os tempos de codificação manual.
Além disso, a inclusão da DIANA, seu Agente de Inteligência Artificial para o ciclo de desenvolvimento, permite auxiliar as equipes técnicas na geração de estruturas básicas.
Diferentemente das ferramentas abertas de IA, a DIANA opera dentro da estrutura de segurança, permissões e auditoria da plataforma, garantindo que cada componente gerado seja auditável e esteja em conformidade com as exigências regulatórias do setor.
Dessa forma, a TI consegue resolver o dilema operacional: entrega software funcional na velocidade exigida pelo negócio, mantém controle rigoroso sobre a arquitetura e protege a estabilidade dos sistemas centrais.
A Deyel permite que as equipes de TI construam e implantem aplicações para o setor de seguros sem acumular dívida técnica nem comprometer os sistemas centrais.
